Primeiro Scrap

O mundo do scrapbooking é incrível, mas um tanto intimidador para uma iniciante. De qualquer forma resolvi arriscar. Naquele momento, não tinha praticamente nenhuma ferramenta e nenhuma conhecimento sobre as técnicas. Mas nada como experimentar pra sentir como tudo funciona.

Assim, escolhi um tema motivante para mim e mergulhei de cabeça!
Fiz dois álbinhos para meus sobrinhos. Adaptei álbuns de fotos simples e fiz páginas com o material que já tinha. Utilizei além de alguns papéis, colas e canetas, técnincas de dobradduras e material para bordados e  pedrarias também.

Abaixo seguem algumas páginas do álbum do menininho.

Dê uma olhadinha!
Bjs JW

Capa personalizada.

Páginas internas

Dobradura
 

Outras páginas

O “cheiro do ralo” é seu, é seu sim!

O que importa é que o cheiro do ralo desapareça, desde que a merda não volte para seu banheiro!

Importa também a bunda! Ah, a única coisa desejada é a bunda.

Desde que não pensem que o cheiro que sai do ralo é meu, qualquer negócio tá valendo.

Este é o retrato do mundo real! Perfeito.

O filme é brasileiro. E muito bom.
Lourenço é insuportável. Ele trabalha comprando objetos usados de pessoas que na maior parte do tempo estão desesperadas por dinheiro. Ele não sente nenhuma pena. Está a todo momento ,manipulando cada um dos seus clientes.
Sua vida começa a perder o rumo quando ele se apaixona por uma bunda.

Baseado no romance homônimo do escritor e quadrinista Lourenço Mutarelli, o filme de Heitor Dahlia foi eleito pelo júri o melhor da 30ª Mostra de Cinema Internacional de São Paulo e foi elogiado no festival de Sundance. Para o diretor, o sucesso mesmo antes da estréia se explica pelo humor cruel da história:

– Lourenço é um personagem que não tem muito caráter, que usa todo mundo que entra na loja dele. Mas ele faz isso de modo tão divertido que faz as pessoas rirem.

Para o diretor, o cheiro do ralo é “aquele lugar que todo mundo tem escondido, aquelas coisas obscuras do ser humano”.

Vale a pena assistir e refletir.

Precisamos de uma nova maneira de entender o mundo

O século 21 acumula muitas mudanças. Temos hoje a possibilidade de nos conectar com uma rede virtual de qualquer lugar do planeta a qualquer hora e a partir dessa rede podemos falar, encaminhar mensagens e arquivos, ver vídeos, jogar e até simular um outro mundo – este com ares e principalmente dinheiro real, muito real.

Há 50 anos o homem pisou na lua. Conheceu o universo. Explorou o conhecimento e por meio da ciência descobriu e inventou uma gama infinita de remédios, aparelhos eletrônicos, construções, etc. Dizem por aí que a sociedade contemporânea construiu de fato um novo mundo: o virtual.

Hoje, 11,6 milhões de internautas brasileiros passa em média 30 horas por mês em frente ao computador! Incrível não é?

Mas ao mesmo tempo, vemos notícias nos jornais como:

“30% das espécies do planeta enfrentam risco crescente de desaparecerem se a temperatura global aumentar 2ºC acima da média dos anos 80 e 90”

“O mundo tem 195,2 milhões de desempregados, o equivalente a 6,3% de sua força de trabalho”

“De acordo com um levantamento da ONU, 24 mil pessoas morrem diariamente devido a fome e outras 100 mil devido a causas relacionadas com a desnutrição, o que eleva o número total de vítimas anuais a mais de 45 milhões”

“Desde o lançamento do primeiro satélite no espaço até hoje, a humanidade já colocou 5 mil toneladas de lixo em órbita!”

Pois bem, não sei ou melhor não entendo bem o que se passa com as pessoas. O tempo passa e poucos compreendem que a mudança necessária não são em partes pontuais e sim em todo ciclo de existência de uma uma vez só!

Apesar de toda a evolução, o homem continua seguindo o raciocínio mecanicista do século XVIII. O mundo, ou melhor a natureza não é uma máquina e não funciona como um antigo relógio como acreditava Descartes!

A maioria das descobertas humanas estão causando muito mais problemas do que solucionando crises. Ao invés de focarmos em prevenções, ocupamos todo o nosso tempo procurando a parte exata para consertá-lo e não vemos que ela faz parte de um problema maior, de uma crise de percepção do homem moderno!

Pegamos o exemplo da Natureza da Árvore

Um cartesiano olharia para a árvore e a dissecaria, mas ele jamais entenderia a natureza da árvore. Um pensador de sistemas olharia a árvore e veria as trocas sazonais entre a árvore e a terra, entre a terra e o céu. Ele veria o ciclo anual que é como uma gigantesca respiração que a Terra realiza com suas florestas, dando-nos oxigênio. O sopro da Vida, ligando a Terra ao céu e nós ao universo.

Um pensador de sistemas veria a vida da árvore somente em relação à vida da floresta inteira. Ele veria a árvore como habitat de pássaros, o lar de insetos…

Mas se você tentar entender a árvore como algo isolado, ficaria intrigado com os milhões de frutos que ela produz na vida, pois só uma ou duas árvores vão crescer a partir desses frutos.

Já se você ver a árvore como um membro de um sistema vivo maior tal abundância de frutos fará sentido, pois centenas e centenas de animais e aves sobreviverão graças a eles. Interdependência. E a árvore também não sobrevive sozinha.

Para tirar água do solo, ela precisa dos fungos que crescem na raiz. Para sobreviver o fungo precisa da raiz e a raiz precisa do fungo. Se um morrer, o outro morre. E há milhões de relações como essa no mundo, cada uma envolvendo uma interdependência. A teoria dos sistemas reconhece esta teia de relações como a essência de todas as coisas vivas.

Só um desinformado chamaria tal noção de ingênua ou romântica, porque a dependência que todos nós compartilhamos é um fato científico”, Sônia em o Ponto de Mutação.

A idéia é: Fazemos parte de uma teia de relações!

O mundo mudou e precisamos mudar com ele. Ele é um circulo onde todas as coisas estão interligadas, conectadas! Qualquer ação interfere numa série de outras ligações.

Só com uma mudança do todo, conseguiremos provocar uma mudança com resultados preventivos e não intervencionais.

Tudo é uma questão de escolha, qual é a sua?

Sugestões de boas músicas !!!!

Duas músicas bacanas para curtir:

Sarah McLachlan

Answer

I will be the answer at the end of the line
I will be there for you while you take the time
In the burning of uncertainty I will be your solid ground
I will hold the balance if you cant look down

If it takes my whole life I wont break I wont bend
Itll all be worth it worth it in the end
Cause I can only tell you what I know
that I need you in my life
When the stars have all gone out
youll still be burning so bright

Cast me gently into morning
For the night has been unkind
Take me to a place so holy
That I can wash this from my mind
The memory of choosing not to fight

If it takes a whole life I wont break I wont bend
Itll all be worth it worth it in the end
Cause I can only tell you what I know
That I need you in my life
And when the stars have all burned out
Youll still be burning so bright
Cast me gently into morning for the night has been unkind

Chip Jenkins

All For Love (men In Trees)

If you could show me something
That would help me change my mind,
I could go on believing
There’s something left inside,
And we could maybe leave it all?

Are are no easy choices for us to contemplate?
We could go on pretending
But then the love would turn to hate.
And would we maybe lose it all?

Eyo-wooohaeeeeeeeeee… tongue sticking out smiley

If i could taste your breath on me
I’d lose myself in time,
We could go on pretending,
Or simply close our minds,
Then you could say i love lost it all for love.

If i had to sacrifice, would it change it your mind?
We could go on believing in this fear left inside.
Then would you say “lose it all for love”?
Then would you say “lose it all for love”?

Eyo-wooohaeeeeeeeeee… tongue sticking out smiley (bis)

Os títulos

Não consigo parar de pensar em títulos, pequenas frases, idéias. As monossilábicas ou os mais curtinhas, ainda me intrigam muito mais! Me chamam, insistentes.

Será que ninguém percebe?

O jogo. O fluxo. O filme. O abismo. O Mundo do caos.
A rota. A ficha. A preguiça que estica. A vez que passou batida.
O som. O fim. O feio. O erro. O desaconselho. O zumbido do ouvido no fim do expediente.

A forma. A ordem. A vontade. A força. A visão.

O ódio. O tempo.

Cansaço….

A vida. A personagem. As personagens. Todos são personagens.

A droga da democracia fingida. A diferença. A realidade.

O idiota. O podre. O pobre, de posses ou espírito?

A ganância. A hipocrisia rola solta, não há fronteiras.

A chance. A volta. Não há volta, nem conserto. É preciso aprender…

Humildade

Solidariedade

Força

Persistência

Erro

Compaixão

Esperança….realização.

A lição!

É possível?